1 - Presidente do BNDES diz que inovação é a chave para país aproveitar oportunidades e elevar renda da população. O Brasil tem condições de aproveitar as oportunidades que se abrem e encontrar formas inovadoras de desenvolvimento da economia e da sociedade, de modo a conquistar padrões de renda e de qualidade de vida mais altos e consistentes, segundo o presidente do BNDES. A inovação é, para Coutinho, a chave para o Brasil capturar essas oportunidades. "Temos uma agenda relevante de curto prazo para os próximos anos, que inclui a grande tarefa de concluir o processo de erradicação da pobreza extrema, uma prioridade fundamental do governo da presidenta Dilma Rousseff", destacou. O presidente do BNDES citou também os desafios que o Brasil terá de vencer para expandir e desenvolver as infraestruturas, em especial a logística, que considera essenciais para a eficiência da economia. Para ele, é preciso ainda elevar o patamar de ganhos de produtividade da força de trabalho e do conjunto da economia, além de aumentar e aprofundar a capacidade competitiva da indústria e do setor de serviços. "Essa não é uma agenda trivial", admitiu. Fonte: Agência Brasil 2 - Projeção de crescimento econômico este ano tem leve queda. Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a expectativa para o crescimento do PIB de 3,23% para 3,2%. Para 2013, a previsão foi mantida em 4,3%. A expectativa para o crescimento da produção industrial passou de 1,92% para 1,94%, em 2012, e permanece em 3,95%, no próximo ano. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB passou de 36,1% para 36%, este ano, e de 34,7% para 34,6%, em 2013. A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 56,7 bilhões para US$ 55,74 bilhões, neste ano. Para 2013, a projeção subiu de US$ 56,4 bilhões para US$ 57,05 bilhões. Fonte: Agência Brasil 3 - Exportações superam importações em R$ 1,6 milhão na segunda semana de maio. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,6 milhão na segunda semana de maio, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O saldo positivo é resultado de US$ 5,976 bilhões em exportações contra US$ 4,345 bilhões de importações. No mês, a média diária de embarques externos ficou em US$ 1,195 bilhão. Nas compras internas, a média diária ficou em US$ 1,216 bilhão. Quando comparados ao mesmo período do ano anterior, os embarques externos aumentaram 15,2% e as importações, 5,3%. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 84,371 bilhões e as importações, U$S 78,862 bilhões, com o saldo superavitário em US$ 5,509 bilhões. As exportações melhoraram em razão do bom desempenho das três categorias de produtos: básicos (+22,5%), manufaturados (+9,6%) e semimanufaturados (+1,4%). No comércio internacional de básicos, os destaques são algodão em bruto, minério de cobre, soja em grão, carne bovina, suína e de frango, fumo em folhas, farelo de soja e petróleo. Também houve acréscimo nos embarques de manufaturados, como suco de laranja, automóveis, açúcar refinado, veículos de carga, óleos combustíveis, polímeros plásticos e laminados planos. Fonte: Agência Brasil 4 - CNI diz que cortar gastos reduz dependência da arrecadação. O governo não terá espaço para reduzir a sua dependência da arrecadação de impostos, a menos que haja uma redução do gasto público e uma melhora na qualidade destes gastos, segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. O presidente da CNI disse que os empresários, principalmente da indústria, trabalham há duas décadas por reformas que desonerem o setor, como tributária, fiscal e trabalhista. Mas ocorreram poucos avanços. Fonte: Agência Brasil 5 - Mercado reduz projeção de Selic de 8,5% para 8,0% em 2012. Com os sinais claros do governo de que busca um patamar de juros mais baixo no país, o mercado passou a estimar que o Banco Central reduzirá ainda mais a Selic neste ano. Agora, a previsão é de que a Selic encerre 2012 a 8,0 por cento ao ano, ante previsão anterior era de 8,50 por cento, segundo pesquisa Focus. O documento mostrou também que o mercado continua acreditando que o BC reduzirá a Selic dos atuais 9 por cento ao ano para 8,50 por cento na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em maio. Segundo dados do BC, a perspectiva do mercado é de mais dois cortes de 0,25 ponto percentual em julho e agosto, com a Selic voltando a subir apenas em janeiro de 2013, para 8,25 por cento. Fonte: Agência Brasil |
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