1 - Pesquisa do Ipea aponta dificuldades para país transformar investimentos em desenvolvimento. Pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta medidas e estratégias que o Brasil precisa tomar para que seus investimentos resultem em desenvolvimento. De acordo com o documento, os financiamentos destinados a políticas industriais e produtivas, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), encontram-se “em fase de esgotamento” ou no seu limite. O documento – denominado Brasil em Desenvolvimento 2011: Estado, Planejamento e Políticas Públicas – observa que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), operador do FAT, passou a receber recursos do Tesouro Nacional, via emissões de dívida pública, para continuar expandindo suas operações. Essa busca de fonte alternativa de financiamento constitui uma evidência de que os recursos do FAT encontram-se exauridos. A publicação do Ipea destaca alguns aspectos do federalismo brasileiro que prejudicam a procura por recursos públicos. “Regra geral, as regiões metropolitanas recebem mais recursos para suas necessidades, enquanto municípios de pequeno tamanho de população em regiões pouco desenvolvidas têm suas necessidades não reconhecidas”, diz o estudo. Fonte: Agência Brasil 2 - Faturamento da indústria cresce em março apesar da queda da capacidade instalada. A utilização da capacidade instalada (UCI) da indústria brasileira registrou queda de 0,5 ponto percentual de fevereiro para março, passando de 82 para 81,5 pontos. Em março de 2011, esse índice – que indica o quanto do parque industrial brasileiro está sendo usado para atender à demanda por produtos – registrou 82,7 pontos. Apesar da queda da UCI, o faturamento real apresentou aumento de 0,9% em relação ao de fevereiro, descontada a inflação. Comparado a março de 2011, o aumento chega a 3,6%, segundo os Indicadores Industriais divulgados hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Já as horas trabalhadas cresceram 0,4% na passagem de fevereiro para março, e 0,7% na comparação com março do ano passado. Fonte: Agência Brasil 3 - Índice Nacional da Construção Civil fecha abril em 0,64%. A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou abril em 0,64% e ficou 0,33 ponto percentual acima da taxa de março (0,31%), de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Nos quatro primeiros meses do ano, o índice ficou em 1,87%, frente a 1,67% do mesmo período de 2011. O resultado dos últimos doze meses ficou em 5,86%, abaixo dos 7% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O custo nacional da construção por metro quadrado, passou de R$ 819,53, em março, para R$ 824,81, em abril, sendo R$ 446,25 relativos aos materiais e R$ 378,56 à mão de obra. O índice da parcela dos materiais variou -0,04%, caindo 0,10 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,06%), enquanto a mão de obra, com variação de 1,46%, aumentou 0,83 ponto percentual em relação a março (0,63%). Fonte: Agência Brasil 4 - Inflação medida pelo IPC-S sobe em quatro das sete capitais pesquisadas. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) aumentou em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na primeira prévia de maio. A alta mais intensa foi observada em Salvador, cuja taxa passou de 0,17% para 0,41% entre os levantamentos de 30 de abril e 7 de maio. O IPC-S mede semanalmente a inflação mensal nas classes de despesa alimentação; habitação; vestuário; saúde e cuidados pessoais; educação, leitura e recreação; transportes; e despesas diversas. Fonte: Agência Brasil 5 - Governo não incluirá novos setores na desoneração da folha de pagamento. Apesar das reivindicações de parlamentares, o governo não pretende aceitar a inclusão de novos setores na desoneração da folha de pagamento neste ano, de acordo com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Durante audiência pública no Senado, ele alegou não haver espaço fiscal para ampliar as desonerações instituídas no pacote de ajuda à indústria lançado no início de abril. “Incluímos [na desoneração] o número de setores que o governo pode suportar neste ano sem comprometer as contas públicas”, disse o secretário. Ele, no entanto, informou que o governo pode acrescentar setores ao novo modelo de contribuição para a Previdência Social nos próximos anos. O secretário também negou a possibilidade de estender o Reintegra, programa de ajuda às empresas exportadoras, por mais um ou dois anos. De acordo com Barbosa, o Reintegra foi criado em caráter emergencial para ajudar os exportadores quando o dólar estava em R$ 1,60. A alta da moeda norte-americana nos últimos meses e o lançamento do pacote de ajuda à indústria, informou o secretário, justificam o fim do programa neste ano. “O Reintegra estava previsto para vigorar enquanto o governo trabalhava em outras frentes”, explicou. Fonte: Agência Brasil 6 - Miriam Belchior aposta na retomada da economia internacional para Brasil crescer 5,5% ao ano. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, aposta na retomada da economia internacional para que o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) fique em 5,5%, no próximo ano. “O Brasil está cada vez mais preparado para enfrentar crises de nível internacional. A inflação está sob controle, dentro do intervalo da meta. Essa estabilidade é reforçada pelo compromisso com a solidez fiscal”, disse durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento. Miriam também avaliou o mercado interno nacional como “muito bom”. No entanto, a ministra destacou que esse aquecimento atrai “um monte de gente interessada nesse mercado interno”, por esse motivo, as medidas adotadas para solidificar a indústria brasileira, como o Plano Brasil Maior, têm sido importantes para manter a economia. A ministra voltou a destacar que o governo mantém como prioridade para o próximo ano, os programas assistenciais como o Brasil sem Miséria, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida. Fonte: Agência Brasil |
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